Blog do Jojó

Um espaço para compartilhar com amigos, alunos e curiosos sobre filosofia, vida, trabalho, amor, esporte e Yôga.

Desejo, amor e paixão em tempo de caos

Agosto 29th, 2012

beijoNenhuma pessoa preencherá mais do que 70% das suas expectativas relacionais.
E as mulheres devem baixar ainda mais seus níveis de exigência. Afinal, os homens não são compatíveis com DR (discutir a relação).

Portanto, se você achou alguém que atingiu estes patamares, pare de reclamar. Você era feliz e não sabia. E se você achou alguém que ultrapassou estes patamares, desculpe-me amigo(a), você está se iludindo. Mas viva esta fantasia enquanto durar.

Basicamente as relações são construídas quando o parceiro é:

1. muito bom de cama, seja lá o que represente isso para cada um de nós.

2. você e o outro tem muitas coisas em comum, tal como gostar de shopping, montanhismo ou xadrez.

Curitiba que eu amo

Setembro 14th, 2011

Curitiba, a cidade fria mais quente que conheço.

Com sua gente loira, suas ruas ordenadas,

seus ótimos restaurantes,

sua cara de Europa brasileira.

É junto com uma egrégora da Nossa Cultura,

linda, comprometida e realizadora

que o Jojó e Vivi passarão o próximo fim de semana.

Cursos e sádhanas do fim de semana com o Jojó

Sábado

- 16 horas – Alto da XV – Vásana & Tapas

Domingo

- 11 horas – Champanhat – Sádhana ortodoxo –

- 16 horas – Batel – Chakra sadhana – só para Instrutores

 

O poder das escolhas – 2a parte: O Homo mediocris

Abril 6th, 2011

(Continuação da semana anterior)

O Homo mediocris

A palavra médio significa cujo nível é o da média geral (nem muito, nem pouco; nem grande, nem pequeno; nem longo, nem curto; nem largo, nem estreito); mediano, normal, comum, razoável.

Ao ler esta definição sentimos conforto e segurança, mas também despersonalização. É isso que ocorre no percurso da educação do Homo sapies, transformando-o num Homo mediocris.

É o preço que a Humanidade paga pela inabilidade da espécie em transformar instinto em adaptação ao meio cultural. Este ajuste ao ambiente social, proporcionado pela educação formal, terminou por ensinar um mínimo, e não o máximo de ferramentas que permitisse ao indivíduo conformar-se para sobreviver com mais felicidade, coragem, criatividade e inventividade ao meio ambiente em que nasceu.

O Poder das Escolhas – parte 1 – Nossos medos mais profundos

Março 30th, 2011

As crenças manipulam as nossas escolhas
e acabam por modelar o nosso destino.

A necessidade de se criar divindades

Quando comparamos a evolução do macaco humano com as de outros mamíferos, ficamos boquiabertos com a sua capacidade adaptativa, seja nas mudanças anatômicas quanto comportamentais que fez para atingir o topo da cadeia alimentar.

O homem-macaco desceu da segurança das árvores para a vida ameaçadora das planícies, estendeu a coluna, ampliou o cérebro, desenvolveu ferramentas, tornou-se caçador e construiu a cultura.

A Revolução Silenciosa – parte 1 – O Yôga e o caboclo

Março 2nd, 2011

Os únicos limites estão dentro do ser humanos.
Nada ou ninguém nos impossibilita de conquistarmos o que quer que desejemos

A realidade do Yôga no mundo

Milhões de pessoas praticam Yôga em todo o mundo. Nos Estados Unidos, estima-se em 10 milhões de praticantes. O Brasil não fica atrás: são cinco milhões e mais de 40 métodos diferentes desta filosofia prática de vida.

Dentro desta torre de babel está o SwáSthya, codificado pelo Mestre DeRose na década dos sessentas e com aproximadamente 50 mil praticantes, tornando-o a modalidade com a maior concentração de adeptos no País.

Esse texto tem como objetivo esclarecer ao Leitor, numa linguagem clara e acessível, as dúvidas genéricas sobre este ensinamento, específicas sobre o Método e sobre as vantagens competitivas que implicam o hábito da prática diária dessa filosofia no mundo moderno.

Por uma questão de humanidade!

Dezembro 29th, 2010

Li este post no BLOG DO DEROSE e vejam se, como diz DeRose, não é de partir o coração. Boa leitura.

Há algum tempo conversava com um amigo sobre a relação do consumo de carnes e o meio ambiente. Ele por sua vez, comentou comigo sobre um artigo que estava escrevendo para conclusão do curso de Pós Graduação em Ecodesign, pela Universidade Positivo de Curitiba. Achei interessante e resolvi compartilhar um trecho que inevitavelmente aos mais sensíveis e conscientes, dói o coração.

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