13 de Fevereiro, 2012
Extraído do livro 5o Aulas Práticas do Yôga Antigo
Desfrute com música
1. entrada: relaxe profundamente e abandone-se totalmente, com o corpo imóvel, os olhos fechados e a mente serena. Coloque-se na posição mais confortável que possa encontrar. Daqui por diante, não se mexa mais. Permaneça lúcido e acordado, ouvindo tudo o que eu disser para filtrar e assimilar somente aquilo que você quiser.
Sinta-se à vontade e feliz. Faça uma respiração profunda e relaxe ao expirar. Descontraia para a pele, músculos e nervos superficiais, músculos e nervos profundos, tendões e ossos até a medula.
Irradie a descontração à partir do umbigo para todos os órgãos da pélvis, os órgãos do abdômen, os órgãos do tórax, tranquilizando o coração e vitalizando os pulmões. Agora, também relaxando as costas. Expanda o relaxamento, soltando, abandonando, descansando os quadris, coxas, pernas, joelhos, tornozelos e pés. Depois, solte os ombros, braços, antebraços, mãos e dedos. Ler o resto desta entrada
10 de Fevereiro, 2012
Extraído do livro 5o Aulas Práticas do Yôga Antigo
Desfrute com música
1. entrada: Relaxe profundamente e abandone-se totalmente, com o corpo imóvel, os olhos fechados e a mente serena. Coloque-se na posição mais confortável que possa encontrar. Daqui por diante, não se mexa mais.
Permaneça lúcido e acordado, ouvindo tudo o que eu disser para filtrar e assimilar somente aquilo que você quiser.
Sinta-se à vontade e feliz. Faça uma respiração profunda e relaxe ao expirar. Visualize uma névoa branca e faça-a penetrar pelas plantas dos pés, relaxando e descontraindo completamente a pele, músculos e nervos superficiais, músculos e nervos profundos, tendões e ossos até a medula. Soltando, abandonando, descansando os pés, tornozelos, pernas, joelhos, coxas, quadris. Agora também os órgãos da pélvis, os órgãos do abdômen, os órgãos do tórax, tranquilizando o coração e vitalizando os pulmões, relaxando as costas, ombros, braços, antebraços, mãos e dedos. Ler o resto desta entrada
11 de Janeiro, 2012

Com o foco nesta região do corpo, construa ali a chama de uma vela. Envolva com a consciência o contorno, a dimensão e o
movimento. Atente para o elemento fogo e sua luminosidade. Em torno, o local onde medita, os sons externos e o seu corpo tornam-se opacos e longínquos, submergidos numa sombra muito aprazível e segura.
Somente o cérebro está brandamente clarificado pelo fogo da flama. Ele se torna docemente ruborizado e com uma temperatura cálida, derivados do fogo da vela.
Contemple a feição da labareda da vela. Descanse a convergência da mente nela, até a saturação das ondas mentais. Focalize profundamente.
…………….. [Execução do samyama]…………..
Encerrando a prática, passe as mãos ao prônam mudrá, em frente ao peito, e cumprimentemo-nos com a palavra SwáSthya!
31 de Dezembro, 2011
A passagem para o ano novo une bilhões das mais profundas esperanças nos corações dos homens. Na contagem regressiva, visualize um portal dourado, formado por esta colossal conjunção emocional, recolha o pé esquerdo e no número 1 salte com o pé direito para frente, representando a passagem pelo portal para a oportunidade de fazer tudo diferente e melhor.
Um poderoso 2012 para você.
29 de Dezembro, 2011
Na sua obra Meditação e Autoconhecimento, o Mestre DeRose ensina que “se você pratica Yôga, observe que se executar um minuto cada anga da nossa aulaortodoxa (mudrá, pújá, mantra, pránáyáma, kriyá, ásana, yôganidrá e samyama) terá realizado uma classe de oito minutos. Com um minuto de meditação realizada no anga samyama, você terá conseguido meditar com muito mais facilidade e terá ido muito mais fundo.”
Assuma agora uma condição de confortável imobilidade. Com as pernas cruzadas, estabilize-se com as mãos sobre os pés, realizando o Shiva mudrá. Seus olhos devem estar cerrados, a coluna ereta e a cabeça seguindo o alinhamento das vértebras. Uma gentil percepção de silêncio e estabilidade faz brotar um sorriso quase imperceptível. Absorva-o.
Para amplificar o gozo destas percepções, vamos aquietar os vrittis.
Imagine-se sentado sobre um gramado verdejante. É noite. Suas pernas percebem o tato macio da grama embaixo de você. A temperatura é agradável e o silêncio é quebrado apenas pelo canto dos grilos. Acima, abre-se um céu estrelado e brilha, soberana, uma lua cheia belíssima, que derrama luz prateada sobre seu corpo e a natureza ao seu redor. Seu olhar pousa, fascinado, na forma circular perfeita da lua. Ler o resto desta entrada
30 de Novembro, 2011
Sente-se numa posição confortável e estável.
Todas as técnicas utilizadas pelo nosso sistema prepararam você para a experiência do samyama, a mais importante dentro do Método DeRose. Atra-vés do mudrá, pújá, mantra, pránáyáma, kriyá, ásana e yôganidrá você atinge a pacificação do corpo e das emoções. O samyama é uma experiência muito mais sutil e desafiadora, através da qual você buscará atingir a estabilidade das ondas mentais, parar o pensamento e alcançar níveis mais profundos de consciência e lucidez.
Observe o fluxo dos pensamentos. Um depois do outro. E mais outro. E mais outro. Distancie-se da sua mente e espreite-a.
Agora, pouse a consciência na região do peito. Observe um suave aumento de temperatura e uma delicada sensação de formigamento, frutos da hiperemia. Sua atenção é tão intensamente absorvida por este segmento corporal que o restante do corpo parece difuso e distante… Ler o resto desta entrada
25 de Novembro, 2011
Em uma quinta-feira qualquer desta primavera surreal em Floripa, mesclada de frio e calor, estava eu caminhando em direção da Unidade Av. Rio Branco, quando vislumbrei a uns cinquenta metros à frente, na mesma calçada, os contornos inconfundíveis de uma adepta de uma seita muito conhecida no Ocidente.
Rechonchuda e baixinha, caminhava ela a passos pequenos, enrolada em um simulacro branco de sari indiano, calçando havaianas, portando em uma das mãos, um cesto largo e raso cheio de pequenos pães integrais e na outra um folder em papel com 2 gramas de gramatura, que balançava ao acompanhar o ritmo do andar miúdo. No rosto, a indefctível porção de maionese vermelha nos intercilhos e o cabelo preto arranjado em trança. Ler o resto desta entrada
9 de Novembro, 2011
Com as pernas cruzadas, sente-se confortavel-mente e posicione as mãos em Shiva mudrá. Contemple o corpo estável, com os olhos fecha-dos, as costas eretas e a musculatura descon-traída. Usufrua desta condição de quietude física, emocional e mental. Expanda-a em sua cons-ciência.
Projete um sorriso quase imperceptível, como reflexo deste estado tão constante e prazeroso.
Acompanhe o ininterrupto fluxo dos pensamentos, que a prática da meditação visa a suspender. É um oceano de pensamentos. Observe-os sem identi-ficar-se com eles. Deixe-os ir e vir. Contemple-os. Progressivamente, torne o fluxo dos pensamentos mais e mais lento.
Sua atenção agora se volta para a respiração. O inspirar e o expirar são tão suaves que não se ouve o contato do ar nas narinas. Este instante é menor que um segundo. Evite interferir no ritmo respiratório. Ele é o mais natural possível. Você apenas aplica vigília sobre a cadência do alento. Ler o resto desta entrada
2 de Novembro, 2011
Imobilize o corpo. Em posição estável, os olhos cerrados, as costas eretas e as pernas cruzadas, coloque as mãos em Shiva mudrá, sobre os joelhos.
Note a síntese da prática de SwáSthya Yôga, caso seja você um praticante. Ela está gravada no seu corpo cômodo, na mente quieta e no coração tranquilo. Festeje-a.
Este é o ponto de partida para a mais instigante, nobre e transformadora técnica do poderoso Méto-do DeRose: o samyama, constituído de concen-tração, meditação e hiperconsciência.
Para auxiliá-lo, visualize a imagem de uma peque-na esfera de cânfora branca pousada no espaço entre as suas sobrancelhas.Seus pequeninos cristais refletem a luz exterior à cânfora.
Desenhe detalhadamente seu contorno. Esta imagem serve como um ancoradouro onde aporta todo e qualquer pensamento. Foque a pequena esfera de cânfora branca. Concentre-se. Ler o resto desta entrada
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