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	<title>Blog do Jojó</title>
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	<description>Um espaço para compartilhar com amigos, alunos e curiosos sobre filosofia, vida, trabalho, amor, esporte e Yôga.</description>
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		<title>Uma visão satírica do consumos das carnes</title>
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		<pubDate>Tue, 07 May 2013 21:50:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jojo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A cartunista polaca Pawla Kuczynskiego está a causar sensação no mundo da arte. Algumas das suas ilustrações são muito fortes e fazem-nos refletir sobre o que está a acontecer ao nosso redor. Pawla Kuczynskiego nasceu em 1976 em Szczecin e formou-se na Academia de Belas Artes de Poznan, com especialização em gráficos. Desde 2004 produz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2135" href="http://blogdojojo.com/2013/uma-visao-satirica-do-consumos-das-carnes/kuczynskiego1/"></a><a rel="attachment wp-att-2136" href="http://blogdojojo.com/2013/uma-visao-satirica-do-consumos-das-carnes/kuczynskiego1-2/"><img class="aligncenter size-full wp-image-2136" title="kuczynskiego1" src="http://blogdojojo.com/wp-content/uploads/2013/05/kuczynskiego11.jpg" alt="" width="720" height="438" /></a><span style="font-size: 16px; text-align: justify;">A cartunista polaca Pawla Kuczynskiego está a causar sensação no mundo da arte. Algumas das suas ilustrações são muito fortes e fazem-nos refletir sobre o que está a acontecer ao nosso redor. Pawla Kuczynskiego nasceu em 1976 em Szczecin e formou-se na Academia de Belas Artes de Poznan, com especialização em gráficos. Desde 2004 produz ilustrações satíricas e até agora recebeu 92 prêmios e distinções. Em 2005 ele recebeu o Prêmio da Associação Polaca de Cartunistas &#8220;Eryk&#8221;. Esta cartunista também foi agraciada recentemente com um recorde de prêmios em competições internacionais</span></p>
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		<title>Deus, o diabo e o azar: uma reflexão sobre escolhas.</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Apr 2013 15:17:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jojo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto os que dizem que fazem, ficam procurando um culpado para os seus problemas, aqueles que fazem, encontram uma solução. Joris Marengo &#160; Tudo levar a crer que na construção do psiquismo humano, a natureza, imperfeita, induziu o Homo sapiens em buscar sempre um culpado para todos os eventos desagradáveis que eivam a nossa vida. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em style="font-size: 16px;"><a rel="attachment wp-att-2130" href="http://blogdojojo.com/2013/deus-o-diabo-e-o-azar-uma-reflexao-sobre-escolhas/culpado/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2130" title="Culpado" src="http://blogdojojo.com/wp-content/uploads/2013/04/Culpado-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Enquanto os que dizem que fazem,<br />
</em><em style="font-size: 16px;">ficam procurando um culpado para os seus problemas,<br />
</em><em style="font-size: 16px;">aqueles que fazem, encontram uma solução.<br />
</em><span style="font-size: 16px;">Joris Marengo</span></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo levar a crer que na construção do psiquismo humano, a natureza, imperfeita, induziu o <em>Homo sapiens</em> em buscar sempre um culpado para todos os eventos desagradáveis que eivam a nossa vida.<span id="more-2129"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Seja Deus, o diabo ou o azar, nosso cônjuge, a crise econômica, o governo ou o aquecimento global, alguém é responsável pelas nossas dificuldades. Menos nós!</p>
<p style="text-align: justify;">Suspeito que no cerne desta distorção esteja o medo da responsabilidade, o receio da perda (pois escolher sempre inclui abrir mão de alguma coisa) e das consequências de nossas ações.</p>
<p style="text-align: justify;">É mais fácil e confortador encontrar um incriminado por nossas eleições. É um sofrimento insuportável reconhecer-nos como os responsáveis. A sensação de frustação é imensa e precisa ser liberada, projetada para fora. Buscamos o alívio localizando um culpado e descarregando sobre o pobre inocente a nossa decepção.</p>
<p style="text-align: justify;">Este posicionamento oferece ares de instintividade e pagamos seu preço: ao acusarmos o mundo pelos nossos dissabores, damos ao mesmo mundo poder sobre nossas vidas.</p>
<p style="text-align: justify;">E o contrário também é verdadeiro: ao assumirmos total responsabilidade sobre atos, palavras e pensamentos, retiramos o poder oferecido e acumulamos potência.</p>
<p style="text-align: justify;">Optando por uma ou outra visão, colheremos ônus e bônus. Esta é a única certeza. Escolha a sua.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>LIVROS PARA A LIBERDADE.</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 22:02:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jojo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[“Não existem verdades. Apenas pontos de vista” Qualquer instrumento que auxilie o ser humano a expandir seu entendimento da realidade, ampliando seus parâmetros de compreensão da vida, morte, sexualidade, perda, dor, a paixão, grana, as relações interpessoais e milhares de outros aspectos que permeiam a existência de cada um de nós, permitindo-nos realizar escolhas mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<pre style="text-align: right;"><em><span style="font-size: 16px;">
<a rel="attachment wp-att-2124" href="http://blogdojojo.com/2013/livros-para-a-liberdade/liberdade-3/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2124" title="Liberdade 3" src="http://blogdojojo.com/wp-content/uploads/2013/04/Liberdade-3-150x148.jpg" alt="" width="150" height="148" /></a>“Não existem verdades. Apenas pontos de vista”
</span></em></pre>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;">Qualquer instrumento que auxilie o ser humano a expandir seu entendimento da realidade, ampliando seus parâmetros de compreensão da vida, morte, sexualidade, perda, dor, a paixão, grana, as relações interpessoais e milhares de outros aspectos que permeiam a existência de cada um de nós, permitindo-nos realizar escolhas mais inteligentes, é digno de louvor.<span id="more-2111"></span> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;">Uma destas preciosas ferramentas são os livros. Independentemente de serem grossos ou com poucas páginas, reflexivos ou superficiais, romance ou ensaio, as leituras sempre acrescentam e faz-nos aprender. </span><span style="font-size: 16px;">Enriquecem, divertem, nos fazem rir, emocionam e iluminam. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;">Entre tantos, mais valiosos são aqueles alfarrábios concebidos para dilatar o espectro da consciência. Estes tem um lugar privilegiado nas estantes de nossa biblioteca. São títulos que guardamos e voltamos a reler, para que possam, com sua mensagem, clarear, nortear e inspirar nossas vidas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;">Grandes autores promovem maravilhosas e perenes mudanças em nossas vidas. Richard Alpert, Allan Watts, Aldous Huxley, Frans de Waal, Millôr Fernandes, Castañeda, Richard Dawkins, Desmond Morris, Fernando Pessoa, Jorge Luís Borges, Tara Michael, Mircea Eliade, Robert M. Pirsig, são alguns destes luminares de cabeceira por quem este modesto escriba foi poderosamente inspirado. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;">Mas entre tantos, faço minha homenagem ao grande escritor e amigo, o Doutor DeRose, tanto pela profícua produção de mais de 30 títulos, com um milhão de livros vendidos, quanto pela abrangência de temas por ele abordado, e principalmente, a profundidade e lucidez com que trata dos assuntos elegidos. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;"> Os objetos de suas reflexões adquirem uma clareza exponencial, que vem me assombrando nestes 36 anos de convivência e releitura de sua extensa obra. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;">Recomendo com veemência o desfrute dos seus textos como valorosa ferramenta de iluminamento da consciência e incitação para uma existência com significância.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ficou mais fácil adquirir os livros do Jojó pela internet</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Apr 2013 16:15:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jojo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[BRASIL Acesse o www.blogdojojo.com e adquira os livros com o PagSeguro. O valor já inclui a postagem. EXTERIOR Acesse o www.blogdojojo.com e adquira os livros com o PayPal. O valor não inclui a postagem. Importante solicitar cálculo da remessa para o exterior. O praticante, iniciante ou avançado, certamente aproveitará bastante a sistematização do extraordinário acervo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">BRASIL<br />
<span style="font-size: small;">Acesse o www.blogdojojo.com e adquira os livros com o PagSeguro. O valor já inclui a postagem.</span><br />
<span style="font-size: small;"><br />
EXTERIOR </span><br />
<span style="font-size: small;">Acesse o <a href="www.blogdojojo.com ">www.blogdojojo.com </a>e adquira os livros com o PayPal.<br />
O valor <span style="text-decoration: underline;"><strong>não inclui</strong></span> a postagem. Importante solicitar cálculo da remessa para o exterior.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><a rel="attachment wp-att-2077" href="http://blogdojojo.com/2013/ficou-mais-facil-adquirir-os-livros-do-jojo-pela-internet/capa-50-aulas-para-site-2/"><img class="alignleft size-full wp-image-2077" title="Capa 50 Aulas para site" src="http://blogdojojo.com/wp-content/uploads/2013/03/Capa-50-Aulas-para-site1.jpg" alt="" width="117" height="160" /></a>O praticante, iniciante ou avançado, certamente aproveitará bastante a sistematização do extraordinário acervo de técnicas do Yôga Antigo no formato das aulas aqui propostas. Essas, não apenas enriquecerão muito suas práticas em casa, como também proporcionarão uma evolução acelerada e segura..</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; line-height: 17.27272605895996px;">Clique </span><a style="line-height: 17.27272605895996px; font-size: small;" href="http://blogdojojo.com/2013/50-aulas-praticas-do-yoga-antigo-2/">http://blogdojojo.com/2013/50-aulas-praticas-do-yoga-antigo-2/</a><span style="font-size: small; line-height: 17.27272605895996px;"> e faça seu pedido.</span></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small; line-height: 17.27272605895996px;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><a rel="attachment wp-att-2079" href="http://blogdojojo.com/2013/ficou-mais-facil-adquirir-os-livros-do-jojo-pela-internet/frente-do-livro-para-site-2/"><img class="alignleft size-full wp-image-2079" title="Frente do livro para site" src="http://blogdojojo.com/wp-content/uploads/2013/03/Frente-do-livro-para-site1.jpg" alt="" width="108" height="157" /></a>Yôga </span><span style="font-size: small;">Antigo para iniciantes é um guia conciso, que objetiva esclarecer as dú-vidas mais frequentes sobre esta filosofia de vida</span><span style="font-size: small;"> e ajudar o interessado a desfrutar da prática imediatamente, e com toda a segurança.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Clique <a href="http://blogdojojo.com/2013/yoga-antigo-para-iniciantes/">http://blogdojojo.com/2013/yoga-antigo-para-iniciantes/</a> e faça seu pedido.</span></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2078" href="http://blogdojojo.com/2013/ficou-mais-facil-adquirir-os-livros-do-jojo-pela-internet/frente-do-livro-para-site/"><br />
</a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Entrevista com Jojó Marengo sobre o Método DeRose</title>
		<link>http://blogdojojo.com/2013/1993/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Mar 2013 00:14:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jojo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[www.youtube.com/watch?v=WFvW7FrSnA4]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="youtube">
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		</item>
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		<title>Os quatro desafios e o um parceiro &#8211; Método DeROSE nas Empresas &#8211; parte III</title>
		<link>http://blogdojojo.com/2013/os-quatro-desafios-e-o-um-parceiro-metodo-derose-nas-empresas-parte-iii/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Jan 2013 10:22:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[Extraído do livro Método DeROSE nas Empresas O desafio das organizações A busca por um ambiente mais humanizado e feliz é perseguido tenazmente pelas empresas, como ferramenta para melhor gerenciar os maiores desafios resultantes da falta de qualidade no espaço das organizaçõe. Entre os principais desafios relacionamos: Rotatividade ou turnover Índice de rotatividade ou turnover, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Extraído do livro Método DeROSE nas Empresas</p>
<p style="text-align: center;"><strong>O desafio das organizações</strong></p>
<p><a href="http://blogdojojo.com/wp-content/uploads/2010/11/desafio.jpg" rel="lightbox[498]"><img class="alignleft size-full wp-image-499" title="desafio" src="http://blogdojojo.com/wp-content/uploads/2010/11/desafio.jpg" alt="" width="157" height="236" /></a>A busca por um ambiente mais humanizado e feliz é perseguido tenazmente pelas empresas, como ferramenta para melhor gerenciar os maiores desafios resultantes da falta de qualidade no espaço das organizaçõe. Entre os principais desafios relacionamos:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Rotatividade ou <em>turnover</em></strong></p>
<p>Índice de rotatividade ou <em>turnover,</em> é composto pela constante entrada e saída de pessoas das organizações, com alto custo em recrutamento, seleção e treinamento.  Segundo estudos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, no ano de 2006, a taxa de rotatividade mensal no Brasil foi de 3,5% ao mês e um índice anual de 42%. Em 2002, este índice era de 35% ao ano, ou seja, em cinco anos a rotatividade aumentou 20% sinalizando que a cada 2 anos e meio em média, as organizações substituem seu quadro de colaboradores.  Este crescimento deriva, entre outras razões, da mutabilidade do mercado, aonde o profissional vive em busca de melhores oportunidades. Um bom exemplo é o dos especialistas em concursos públicos, que habituam-se a gabaritá-los, sendo chamados para preencher vagas no quadro das organizações. Durante meses, as empresas gastam milhares de reais em horas de treinamento,<span id="more-498"></span> viagens, material didático e contratação de especialistas para que, finalmente, quando o candidato selecionado está pronto para assumir seu cargo, este informar que foi aprovado em um concurso de melhor remuneração e a as organizações tem de reiniciar todo o processo de recrutamento, seleção e treinamento. O passivo da rotatividade é um desafio dos que atuam na gestão de recursos humanos. Em alguns casos, estes custos chegam a R$ 30 mil por pessoa, comprometendo, em média, entre 48% a 71% do salário do colaborador ou executivo.  Um turnover elevado é sinônimo de prejuízo na lucratividade, produtividade e saúde organizacional das organizações, influenciando no comprometimento e motivação dos que nelas trabalham.  Considerado como um respeitável apontador de saúde organizacional, o turnover  deve ser controlado, de modo a manter o capital intelectual da empresa e evitar grandes impactos sobre os custos da organização com recrutamento, seleção e treinamento, além da perda de capital intelectual.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Absenteísmo</strong></p>
<p>Absenteísmo, cujo custo é estimado em mais de 50 bilhões de dólares anuais para as empresas norte-americanas, é sinalizado pela ausência ou falta de uma pessoa a atividade laboral. É a freqüência ou duração de tempo de trabalho perdido quando o executivo ou colaborador ausenta-se. Constitui a soma dos períodos em que estes se encontram afastados.  As causas e conseqüências do absenteísmo apontam na direção da falta de motivação para o trabalho e capacitação profissional. Entre os motivos mais importantes estão as doenças familiares, enfermidades pessoais, dificuldades financeiras, alcoolismo, alterações climáticas e principalmente, a desmotivação do executivo, tanto no que se refere ao ambiente organizacional quanto as atividades contratadas.  Ajudando a diagnosticar múltiplos desafios estruturais, o absenteísmo funciona como um sinal de alarme sobre a qualidade de vida na atmosfera corporativa. Gestores de recursos humanos, na busca por expedientes que atenuem o absenteísmo, reconhecem no aumento da qualidade de vida dos executivos, uma poderosa arma para reduzir as ausências ao trabalho, influenciando diretamente no aumento da produtividade.  Os custos do absenteísmo são altos. Projeta-se que o absenteísmo custe mais de US$40 bilhões às empresas estadunidenses e US$12 bilhões às corporações canadenses. Estima-se que a ausência de um dia de trabalho, nos Estados Unidos, custe as organizações, US$58, além da diminuição de eficiência e sobre-esforço de supervisão.  Em 2001, o absenteísmo por doença custou para a Alemanha mais de 44 bilhões de euros e para o Reino Unido, a perda foi de 11 bilhões de libras esterlinas. No Brasil, na última década, as despesas com a concessão do auxílio-doença aumentaram em mais de 30%, representando 7,5% dos gastos da previdência social.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Satisfação no ambiente organizacional</strong></p>
<p>A satisfação no ambiente das corporações é medida pela relação entre a performance do executivo e colaborador proporcionalmente ao que a empresa lhes oferece em troca.  Quando o ambiente empresarial não e bom, aumenta o coeficiente de faltas ao trabalho, redução do desempenho, alheamento às tarefas e desmotivação.  Por isso, as organizações, cada vez mais, buscam implementar melhorias gerenciais e ergonométricas, na procura de uma atmosfera coorporativa mais confortável, conciliador e motivacional.  Entre elas estão os programas de qualidade de vida no trabalho (QVT). A QVT é um desdobramento dos programas de qualidade total como uma ferramenta para a competitividade. A busca incessante da QVT é proporcionar empresas mais humanizadas, eficácia organizacional e o bem-estar do profissional no ambiente laboral.  Entre os resultados obtidos na implementação de programas de QVT estão o aumento da cidadania organizacional, produtividade e integração entre as várias hierarquias. Para isso atuam sobre mudanças nos modelos de gestão,  ampliação na segurança no trabalho, transformações na cultura das empresas e nos coeficientes de comprometimento e capacitação.  Hoje, são os coordenadores de programas de QVT os nossos maiores parceiros na implementação do Método DeRose nas Empresas no espaço empresarial, por reconhecerem o método como um instrumento eficaz para a metabolização dos conceitos propostos pela qualidade de vida no trabalho pelos executivos.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Competitividade</strong></p>
<p>Podemos definir competitividade como aquilo que uma empresa detém que os concorrentes ainda não conseguiram copiar. Em um mercado aonde a força de trabalho, as expectativas dos clientes e as companhias estão em permanente transformação, as organizações buscam indivíduos que transformem idéias em conhecimento que pode potencializar ou modificar o mercado a seu favor.  Denominado de capital intelectual, constitui-se em um ativo intangível, um patrimônio de idéias, com poder de aumentar o valor patrimonial de uma corporação. Característico da Era da Informação, o capital intelectual abriga o que o mercado melhor possui em conceitos e inovação, na caça por melhores resultados. Como conseqüência, o perfil das pessoas que as organizações esquadrinham para nelas trabalharem devem desenvolver continuamente novas competências e habilidades.  Em um universo extremamente mutante, competitivo e complexo em que a opinião do consumidor tem o poder de mudar o modelo de execução de tarefas nas empresas, a tecnologia é uma arma poderosa para manejar coações dos concorrentes, os sistemas hierárquicos tornam-se cada vez mais plásticos e cambiáveis, o comportamento organizacional convi  convive com um coeficiente de pressão incompatíveis com nossa herança primata. O custo humano é inimaginável, o que provavelmente justifica os altos graus de insatisfação, turnover e absenteísmo encontrados nas corporações.  O Método DeRose nas empresas tem muito a contribuir para que os empreendimentos conquistem um corpo mais produtivo de executivos e colaboradores. Através de técnicas biológicas, de poderoso impacto sobre os seus níveis de bem-estar e saúde, trazemos mais eficácia organizacional, conforto e harmonização ao ambiente produtivo.</p>
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		<title>US$ 100 bilhões em prejuízos anuais &#8211; Método DeROSE nas Empresas &#8211; parte II</title>
		<link>http://blogdojojo.com/2013/us-100-bilhoes-em-prejuizos-anuais-o-metodo-derose-e-o-desafio-do-trabalho-parte-ii/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Jan 2013 08:00:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Extraído do livro Método DeROSE nas Empresas O custo do trabalho Primatas humanos desajustados ao ambiente de trabalho, ficam infelizes e adoecem. A revista Fortune, na sua edição de 1982, identificava, já naquela época, uma progressiva redução da taxa média de lucratividade, à medida que aumentava a taxa de custos com assistência médica entre as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Extraído do livro <em>Método DeROSE nas Empresas</em></p>
<p style="text-align: center;"><strong>O custo do trabalho</strong></p>
<p><a href="http://blogdojojo.com/wp-content/uploads/2010/11/visao.jpg" rel="lightbox[486]"><img class="alignleft size-full wp-image-491" title="visao" src="http://blogdojojo.com/wp-content/uploads/2010/11/visao.jpg" alt="" width="205" height="236" /></a>Primatas humanos desajustados ao ambiente de trabalho, ficam infelizes e adoecem. A revista Fortune, na sua edição de 1982, identificava, já naquela época, uma progressiva redução da taxa média de lucratividade, à medida que aumentava a taxa de custos com assistência médica entre as quinhentas maiores empresas do mundo. E as projeções futuras eram que, em cinco anos, os custos médios seriam iguais aos lucros, e depois deste ponto, excederiam os lucros.</p>
<p>Não se tem conhecimento de algum chimpanzé ou gorila com <em>Lesão por Esforço Repetitivo</em> (L.E.R.), também conhecida como <em>Distúrbio Osteo-muscular Relacionado ao Trabalho (D.O.R.T)</em>.  Esta é uma doença humana moderna, originada da sistematização do trabalho e que aflige milhões de indivíduos em todo o mundo.</p>
<p>Desde 1981, lesões por esforço repetitivo já eram as campeãs como principais causas de afastamentos do trabalho nos EUA. Na época, o<em> National Council of Compensation </em>avaliou que um único tratamento de coluna custa apro­xima­da­mente US$ 24.000, e um tratamento de um caso de síndrome do túnel do carpo custa US$ 29.000.<span id="more-486"></span></p>
<p><em>Em</em> 1995, 56% dos casos de doenças ocupacionais nos Estados Unidos foram por L.E.R. Em 1992, elas atingiram 282 mil casos, representando um custo de US$ 7 bilhões em perda de produtividade e serviços médicos.</p>
<p>Cerca de 2 mil processos de indenização tramitam nos tribunais norte-americanos, motivados por L.E.R. A estimativa prevê que as empresas acionadas devam gastar US$ 20 bilhões.</p>
<p>Em 1992, ela foi responsável por 63% dos casos de afastamento do trabalho nos Estados Unidos e chegou a ocupar o segundo lugar no número de cirurgias de reparação. Apenas com a perda de produtividade e com serviços médicos, os custos chegaram a 7 bilhões de dólares. Além disso, 20 bilhões de dólares foram gastos pelas empresas com ações e indenizações. Entre as sugestões, existem aquelas que são sempre mencionadas, e, portanto, devem ser adotadas.</p>
<p>Em 1977, no Japão, uma pesquisa mostrou que profissionais da área de montagem das grandes indústrias japonesas apresentavam de duas a cinco vezes mais problemas nas costas, coluna, braços e mãos do que trabalhadores de outras seções.</p>
<p>Estão entre os seus alvos preferidos: executivos, escritores, artistas plásticos, motoristas, bancários, telefonistas, esportistas, músicos e operadores de máquinas.</p>
<p>As vítimas em geral são jovens com idade entre 25 e 35 anos, que, no auge da produtividade, precisam ser afastados para tratamento médico. A duração do tratamento, em média, é de onze meses e, em casos mais graves, pode até ser bem mais longa.</p>
<p>Estes dados explicam porque as corporações têm investido cada vez mais em prevenção, inserindo programas que tragam mais qualidade de vida aos seus executivos, gerentes e colaboradores.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>As empresas previnem-se</strong></p>
<p>Em função dos altos custos (perto de US$ 100 bilhões por ano) prove­nientes da perda de produtividade, recuperações e indenizações por L.E.R., hipertensão arterial, <em>stress</em>, obesidade, estafa e tabagismo, dentre outros, o caminho seguido pela maioria das grandes empresas é a prevenção.</p>
<p>Redução da sobrecarga muscular, do ritmo de trabalho, da exigência de tem­po, diversificação de tarefas, ajustamento de equipa­mentos, mobiliários e ferramentas são algumas das medidas tomadas que vêm conferindo bons resultados.</p>
<p>Além dessas, outra medida fundamental na prevenção das chamadas doenças ocupacionais, é a implementação de programas de qualidade de vida, buscando aumento da motivação, prevenção e produtividade, incluindo cuidados com o corpo tais como as ferramentas oferecidas pelo sistema DeRose.</p>
<p>Programas como o <em>Método DeRose nas Empresas </em>desempenham, cada vez mais, um papel decisivo na manutenção da saúde dos executivos, gerentes e operacionais.<strong></strong></p>
<p>Segundo a revista <em>Proteção (</em>outubro/95)<em>, </em>pouco a pouco, empresas sediadas no Brasil tais como a Shell, Ioshpe Maxion, DuPont, Merrel Lepetit e Ishibrás, vêm descobrindo as vantagens que a aplicação de técnicas corporais, como as apresentadas aqui, podem trazer bem-estar orgânico e mental para seus executivos e colaboradores. Segundo a mesma revista, um exemplo das vantagens que um projeto como esse pode trazer é dado pela empresa <em>Selenium,</em> fabricante de alto-falantes, localizada no município gaúcho de Santa Rita, com 250 funcionários. O programa, composto de duas sessões diárias de 10 minutos, foi implantado em 1995 na área de montagem, setor onde se verificava o maior número de pessoas com L.E.R.</p>
<p>A matéria menciona que, a partir desta implantação, pôde-se constatar uma diminui­ção de aproximadamente 80% das chamadas lesões por esforço repetitivo e carga demasiada. “<em>Praticamente não há comunicação de acidente de trabalho (CAT) por doença profissional a partir da aplicação do programa”</em>, segundo a gerente de Relações Industriais da <em>Selenium</em>.<strong> </strong>Ainda, segundo a mesma matéria, estes modelos de atividade servem tanto para diminuir os riscos de lesões provocadas por trabalho repetitivo quanto pelos que exigem grande esforço.</p>
<p style="text-align: center;">(Continua na próxima semana)</p>
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		<title>Labor X Primatas &#8211; Método DeROSE nas Empresas &#8211; parte I</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jan 2013 10:47:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(Extraído do livro Método DeROSE nas Empresas) As empresas, grandes, média ou pequenas, simbolizam a síntese da civilização. Tudo o que o ser humano necessita é imaginado, elaborado, aprimorado, desenvolvido e distribuídos por elas, sejam elas de serviços ou produtos. Mais do que isso: estamos imersos em uma realidade onde nascemos em uma organização denominada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">(Extraído do livro Método DeROSE nas Empresas)</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas, grandes, média ou pequenas, simbolizam a síntese da civilização. Tudo o que o ser humano necessita é imaginado, elaborado, aprimorado, desenvolvido e distribuídos por elas, sejam elas de serviços ou produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que isso: estamos imersos em uma realidade onde nascemos em uma organização denominada <em>maternidade</em>, somos educados em outra batizada <em>escola</em>, aprendemos uma profissão em uma empresa chamada <em>universidade</em>, casamos em outra conhecida como <em>igreja</em> e trabalhamos dentro de uma ou mais organizações por toda a nossa vida útil. Quando adoecemos somos cuidados por uma delas e quando morrermos, seremos enterrados por outra.<span id="more-474"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Porem, para sobreviverem, as empresas necessitam de um elemento fundamental, sem o qual elas não podem gerir riqueza: o fator humano. As corporações necessitam de pessoas para administrá-las. São elas a alma das organizações e carecem de cuidados permanentes, pois a morfologia e cérebro do primata humano não foram elaborados originalmente para trabalhar ou viver como hoje o fazemos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Um desafio evolutivo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quanto mais conhecemos o organismo humano e, simultaneamente, nos comparamos aos demais primatas, nossos primos próximos, fica patente a existência de uma incompatibilidade estrutural entre trabalho e corpo.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao contemplar orangotangos, chimpanzés, bonobos e gorilas na natureza, observa-se sua busca contínua por um conceito básico de economia de mercado e que aplica-se perfeitamente ao seu <em>modus operandi</em>: conseguir o máximo de energia com o mínimo de esforço. Desta maneira, tentam preservar a maior quantidade de combustível, garantindo sua preservação individual e conseqüentemente, da espécie.</p>
<p style="text-align: justify;">O fato é que nossos braços, pernas, coluna vertebral, visão e audição primatas, não foram originalmente elaborados para executar tarefas repetitivas ou realizá-las por muito tempo. Fomos construídos para dormir, comer, divertir, competir, procriar e conviver em grupos pequenos e coesos, aonde encontramos segurança e reconhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Este conflito estampa-se, por exemplo, quando procura-se uma definição para <em>trabalho</em>. Encontramos adjetivos nada elogiáveis tais como <em>faina, esforço extremo ou incomum,</em> <em>labuta.</em> A origem da palavra <em>trabalho</em>, vem do latim tripalium, instrumento de tortura romano, um tripé constituído por três espeques cravados no solo, formando uma pirâmide, onde martirizavam-se os escravos, derivando-se daí o verbo latim <em>tripaliare</em> ou <em>torturar no tripalium</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Também acompanhando a evolução do trabalho através da História, identificamos a mesma contradição. Enquanto o período pré-histórico foi caracterizado por uma economia de subsistência e pela distribuição das tarefas, já na Antiguidade, quando o domínio de ferramentas e animais permitiram ao homem a produção e estoque de grãos, a atividade laboral foi imediatamente delegada a escravos.</p>
<p style="text-align: justify;">Primatas humanos necessitam de desafios, estimular sua curiosidade inata, coragem, capacidade para criar e inovar. Só assim somos felizes. Nem sempre a atividade laboral oferece tantos estímulos. E por isso adoecemos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O preço da civilização</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Há milhares de anos, com o surgimento da agricultura, o homem coletor, caçador e errante, deu lugar ao homem lavrador assentado à terra, fixo, que desenvolveu o sentido de propriedade, de território e de família. Iniciava-se, então, o processo civilizatório.</p>
<p style="text-align: justify;">E assim, o mamífero humano permaneceu em um estilo de vida predominantemente agrícola. Embora já não mais exclusivamente caçadores, nossos antepassados possuíam uma ótima forma física, pois a sobrevivência dependia quase que unicamente do seu esforço corporal: caçando, lavrando, semeando, colhendo e protegendo a terra.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma grande mudança decorreu da Revolução Industrial, que modificou totalmente seu estilo de vida. A Humanidade já não acordava com o canto do galo, aos primeiros raios de sol, colocando a enxada ao ombro, ou encilhando o cavalo para arar a terra, fonte básica do seu sustento. Em 1848, na Inglaterra, adultos trabalhavam nas fábricas até 18 horas por dia e crianças e mulheres, 14 horas. Era a Revolução Industrial chegando e mudando definitivamente o mundo até então conhecido.</p>
<p style="text-align: justify;">O ser humano saltava de uma mão-de-obra prioritariamente agrícola para a mão-de-obra fabril, na qual o elemento humano valia menos ou tanto quanto as máquinas as quais manipulava.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 10.000 anos, sem predadores que realizassem a seleção natural da nossa espécie, reproduzimo-nos em quantidade excessiva, aglomeramo-nos em grandes cidades uns por cima dos outros, conquistamos o “pão de cada dia” não mais pelo suor da atividade física, mas sim pelas oito horas diárias defronte ao computador, ou atrás de um volante enfrentando engarrafamentos, ou nas longas reuniões de trabalho e infinitas esperas em aeroportos. Tornamo-nos definitivamente sedentários e pagamos, diariamente, o ônus do conforto da tecnologia contemporânea, e da falta de qualidade de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Em menos de 200 anos a agricultura, os predadores e a natureza inóspita que mantinham o homem permanentemente em forma, foram sendo substituídos pelas oito horas diárias defronte ao computador, ao volante enfrentando engarrafamentos ou, ainda, em longas reuniões de trabalho, infinitas esperas em aeroportos, fins-de-semana olhando um televisor, no shopping, no restaurante ou no cinema. O máximo de movimentação orgânica da maioria das pessoas tem sido uma caminhada esporádica ao redor da quadra ou o futebol de fim-de-semana. Tornamo-nos, assim, definitivamente sedentários e, com isso, pagamos diariamente o ônus do conforto e da tecnologia contemporânea: a falta de qualidade de vida biológica.</p>
<p style="text-align: justify;">(Continua na próxima semana)</p>
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		<title>O Novo Executivo: novos paradigmas para a qualidade de vida nos negócio</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jan 2013 20:21:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um novo milênio, uma nova organização e um novo executivo. Há pessoas que têm muito cuidado com a natureza de seus atos. Sua felicidade é agir com a plena consciência de que não têm tempo: portanto, seus atos possuem um poder especial, como se fosse sua última batalha sobre a terra. Essas pessoas assim são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;"><strong> <a href="http://blogdojojo.com/wp-content/uploads/2011/01/Novo-executivo.jpg" rel="lightbox[939]"><img class="alignleft size-full wp-image-940" title="Novo executivo" src="http://blogdojojo.com/wp-content/uploads/2011/01/Novo-executivo.jpg" alt="" width="170" height="111" /></a>Um novo milênio, uma nova organização e um novo executivo.</strong></span></p>
<p>Há pessoas que têm muito cuidado com a natureza de seus atos. Sua felicidade é agir com a plena consciência de que não têm tempo: portanto, seus atos possuem um poder especial, como se fosse sua última batalha sobre a terra.</p>
<p>Essas pessoas assim são tão especiais quanto seus atos. Executivos fazem parte deste grupo de pessoas muito especiais. Seus atos têm o poder, discernimento e força</p>
<p>Este workshop foi talhado para executivos que desejam agregar ainda mais poder aos seus atos, idéias e escolhas. Poder para mudar, expandir seus conhecimentos e gerar novas visões sobre velhos hábitos.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Objetivo</strong></span></p>
<p><strong>•</strong> Otimizar a capacidade de metabolização daqueles executivos que convivem com alto nível de pressão e/ou aqueles que desejam aprimorar seu arsenal de ferramentas nesta área;<br />
<strong>•</strong> Produzir ao executivo uma reflexão profunda sobre sua qualidade de vida;<br />
• Oferecer ao executivo uma revisão nos paradigmas sobre o conceito de qualidade de vida;<br />
• Apresentar e treinar o executivo nas novas ferramentas para controle do stress e manutenção de uma vida com qualidade;<br />
• Montar um programa para o executivo incorporar ao seu cotidiano.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;"><strong>Metodologia</strong></span></p>
<p>Todos os módulos estão inter-relacionados e oferecem:<br />
<strong>•</strong> Introdução teórica<br />
<strong>•</strong> Vivência prática dos conceitos apresentados<br />
<strong>•</strong> Reflexão do grupo</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;"><strong>Programa</strong></span></p>
<p><strong>•</strong> A nova humanidade<br />
<strong>•</strong> Controle do stress &amp; qualidade de vida<br />
<strong>•</strong> Compreendendo o poder dos paradigmas<br />
<strong>•</strong> O corpo: nosso primeiro e último patrimônio<br />
<strong>•</strong> Respiração e produtividade<br />
<strong>•</strong> Alimentação: sou o que como<br />
<strong>•</strong> Descontração muscular progressiva: a auto-entrega consciente<br />
<strong>•</strong> Concentração: fazendo mais com menos esforço<br />
<strong>•</strong> Intuição: o novo portal de negócios e conhecimento<br />
<strong>•</strong> Tempo, tempo, tempo: o mais precioso.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Nova Humanidade &#8211; 2a parte &#8211; a educação: adestramento para a sobrevivência</title>
		<link>http://blogdojojo.com/2013/a-nova-humanidade-2a-parte-a-educacao-adestramento-para-a-sobrevivencia/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Jan 2013 09:41:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olhe uma leoa ensinando seu filhote a caçar. Os maneirismos e os truques são treinados à exaustão até a cria estar pronta para seguir sozinha. Então a mãe a larga para o mundo. A leoa nada mais está fazendo do que educar. Quando tive meu primeiro filho, me senti imobilizado, apavorado. Olhava para ele e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a rel="attachment wp-att-1928" href="http://blogdojojo.com/2013/a-nova-humanidade-2a-parte-a-educacao-adestramento-para-a-sobrevivencia/transcedencia-pequeno-2/"><img class="alignleft size-full wp-image-1928" title="transcedencia pequeno" src="http://blogdojojo.com/wp-content/uploads/2010/12/transcedencia-pequeno.jpg" alt="" width="188" height="198" /></a>Olhe uma leoa ensinando seu filhote a caçar. Os maneirismos e os truques são treinados à exaustão até a cria estar pronta para seguir sozinha. Então a mãe a larga para o mundo. A leoa nada mais está fazendo do que <em>educar.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Quando tive meu primeiro filho, me senti imobilizado, apavorado. Olhava para ele e o via como uma tela branca, sobre a qual poderia construir uma obra abstrata ou clássica, mas depois de terminada, não teria como voltar.</p>
<p style="text-align: justify;">Perguntava-me:</p>
<p style="text-align: justify;">- O que ensinar ao meu filho, se esta escolha o influenciará e moldará para sempre, modelando suas escolhas no futuro?<span id="more-569"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Afinal, educar é ajustar, condicionar o indivíduo, ativa e passivamente, as regras, normas e costumes de uma determinada época e lugar. É um treinamento que todos os mamíferos recebem para condicionar seus reflexos, formatando hábitos de maneira a torná-lo,</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>por um lado <em>ajustado</em> ao meio social onde      nasceu, de maneira a reduzir ao mínimo o risco da rejeição do grupo, pois      então ele estará vulnerável;</li>
<li>de outra forma, na posse das capacidades indispensáveis      para garantir a sua integridade física (luta) e sustentação (caça).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Na pré-história, os pais ensinam os filhos a sobreviver a partir do conhecimento acumulado pelo grupo: caçar, plantar, cozer e lutar, por exemplo. Ensinava-se a prole para que estivesse equipada para sobreviver. Os pais esmeravam-se em dar os melhores ensinamentos possíveis, baseados na informação adquirida pelo grupo através da experiência sobreposta.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o desenvolvimento de sociedades mais complexas, a educação mudou de sentido, uma vez que, passou a ser realizada em grupo e tornou-se responsabilidade de alguns indivíduos especialmente preparados para a tarefa de ensinar. Pouco a pouco, o papel da <em>educação </em>transformou-se em treinamento para o condicionamento de reflexos e formador de hábitos. Dessa forma, esta adquiriu cores moralizadoras e competitivas, necessárias para garantir o ajustamento e sobrevivência do mamífero humano em grupos cada vez maiores. A partir da especialização das funções sociais, onde cada indivíduo começou a exercer uma atividade necessária a comunidade e de onde ele extraía o seu sustento, a <em>educação </em>converteu-se em treinamento destas funções.</p>
<p style="text-align: justify;">Na idade média, a formação dos membros da espécie humana foi dominada pelo <em>pensamento religioso</em> que excluiu o raciocínio e a individualidade da <em>educação</em>. A igreja praticamente tomou posse de todo o conhecimento acumulado, e acrescentou-lhe uma leitura sobrenatural, mística. Ao cidadão foi vetado o acesso à informação, a não ser que este se tornasse também um religioso. A transmissão do conhecimento neste período foi usada como mero instrumento de coerção e de repetição dos modelos pré-concebidos e aceitos, de comportamento social e conformidade com as condições de vida de cada um. O principal ensinamento educacional desta época é o conformismo e o fatalismo.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;">O período moderno transportou consigo o avanço da ciência e do individualismo. Estas características também influenciaram o processo educacional na medida em que o pensamento científico organizou escolas e períodos de estudo, bem como temas respectivos para cada etapa distinta. No entanto, o papel principal da <em>educação</em> continuou sendo o de treinar o cidadão para a reprodução de padrões pré-estabelecidos e aceitos socialmente: o ensino das boas maneiras e disciplinas preparatórias para os estudos superiores, profissionalizantes.</span></h4>
<p style="text-align: justify;">No período contemporâneo, a informação se democratizou. Embora ainda existam milhões de analfabetos no planeta, nunca tantos seres humanos tiveram acesso ao conhecimento. Um exemplo emblemático é a cena de um documentário, em que um pesquisador, numa aldeia nos confins da Namíbia, que há milênios vive de passagens de caravanas, ampliava os horizontes das crianças nativas através da internet via satélite.</p>
<p style="text-align: justify;">A sociedade compreendeu a importância da formação da criança. Novos sistemas educacionais surgem todos os dias, mais humanizados e preocupados em estimular a criatividade, a socialização e o respeito à individualidade. Novas disciplinas, mais focadas nas necessidades dos indivíduos para ajustar-se a um mundo em mutação permanente, são integradas ao currículo escolar.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante ano a avaliação da inteligência de uma pessoa era medida pelo seu <em>QI</em><strong> </strong>(Quociente de Inteligência). A inteligência sempre foi concebida como a capacidade geral, incluindo raciocínio, planejamento, solução de problemas, pensamento abstrato, compreensão de idéias complexas, rapidez de aprendizagem e aprendizado por meio da experiência, levando-se em conta principalmente a capacidade intelectual.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje se sabe que inteligência é algo muito mais amplo. Existem indivíduos que tem habilidades emocionais inatas, capazes de aproximar, integrar e mover um grande número de pessoas, e, no entanto, incapazes de realizar um simples cálculo aritmético. E não precisam dele para viver com dignidade. E uma pessoa emocionalmente inteligente.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras são incapazes de desenvolverem uma redação simples, mas se colocarmos uma bola nos seus pés, milhares de pessoas irão aos estádios, que aclamarão seus nomes, tais as aptidões sinestésicas incomuns que apresentam como visão periférica, reflexos, impulso, força, etc. Estes, como Pelé, apresentam inteligência corporal.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras apresentarão inabilidades para todas estas coisas, mas possuem uma competência incomum para prever situações futuras e identificar novos pontos de vista e soluções inovadoras. São pessoas com inteligência intuicional.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas modalidades de reeducação. como o pilates,  tem procurado ajudar nesta empreitada, mas restrigeem-se apenas a área orgânica e não englobam remodelação de hábitos, alimentação, sono, concentração, intuição, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">A Nossa Proposta Cultural, propõem-se a reeducar integralmente. Estimular permanentemente as capacidades de aprendizado do praticante, aumentando sua cultura e exercitando áreas adormecidas do cérebro, são alguns exemplos do nosso modelo de adestramento integral.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras modalidades de aprimoramento seriam: treinar a destreza emocional; ensinar a conhecer o corpo, ampliando reflexos e habilidades motoras, aprofundando o contato com órgãos, músculos, ossos, glândulas, nervos, de forma a funcionarem como uma orquestra bio-sinfônica,  além cultivar estados intuitivos para alcançar respostas inovadoras aos desafios dos nossos tempos.</p>
<p style="text-align: center;">Na próxima semana, a 3a parte: Higiene e Trabalho</p>
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