
Jojó e Bíjá
Li apenas os três primeiros capítulos do livro Marley e Eu. Senti-me desconfortável com tanto amadorismo e incompetência do autor ao adquirir um cachorro. E como contrapeso, gostaria de compartilhar com você minha experiência diametralmente oposta.
Sempre quis adquirir um cão, mas imaginava, e com razão, que daria muito trabalho. A progênie Golden Retriever, um labrador peludo e gentil, sempre me atraiu, mas como está catalogado nas raças gigantes, meu foco direcionou-se, inicialmente, para outras, mais ajustáveis as dimensões de um apartamento.
Iniciei o projeto de adquirir um Canis familiaris escolhendo um nome que fosse pequeno, fácil de memorizar e representasse algo com que me identificasse. A denominação elegida foi Bíjá, termo sânscrito que significa semente, numa alusão aos sons-sementes dos chakras, centros de força que o Yôga Antigo trabalha com o intuito de alavancar a evolução humana. Mas também como uma referência a semente de carinho, amor e lealdade, característica da raça Golden Retriever.

