Blog do Jojó

Um espaço para compartilhar com amigos, alunos e curiosos sobre filosofia, vida, trabalho, amor, esporte e Yôga.

Reflexão sobre mudanças.

Maio 30th, 2012

Qualquer dia é  o dia ideal para mudar-mos nossa vida para sempre.

Quando percebemos que podemos es-colher viver assim, matamos dentro de nós, para sempre, o espírito da mono-tonia.

Afinal, ele só existe dentro daqueles que acreditam que não é possível mudar um hábito, para sempre, agora.

Jojó Marengo

Yôganidrá – o relax consciente do Yôga Antigo. – Parte 4

Maio 16th, 2012

(continuação da semana anterior)

Yôganidrá & Etapas da descontração

Texto extraído do livro Tratado de Yôga – DeRose – Ed. Nobel

“Um bom relaxamento é dividido em quatro partes que são:

  • entrada
  • utilização
  • preparação para a saída
  • saída

A entrada consiste em ajudar o praticante a obter uma rápida descontração muscular e emocional. É o acesso ao relaxamento, que se consegue mais facilmente ou mais profundamente graças a determinados recursos técnicos que o instrutor aprende no curso de formação.

A utilização consiste em usar o estado de descontração e de receptividade para alguma coisa mais que simplesmente relaxar. Senão, seria como abrir a porta do automóvel, entrar nele, abrir a outra porta e sair por ela, sem ter utilizado o veículo para ir a parte alguma. A primeira fase, entrada, é o abrir a porta do automóvel e entrar nele. Mas é a segunda fase, utilização, que permitirá produzir os colossais efeitos de reprogramação emocional. Esta consiste na introjeção de ordens positivas.

A preparação para a saída consiste em preparar o praticante para que, quando for dada a ordem de retornar, ele a aceite e cumpra. Como o estado de relaxamento é muito agradável, algumas pessoas mais preguiçosas podem eventualmente não querer nem saber de sair dali. Não tem problema nenhum. Podem voltar alguns minutos mais tarde. Mas acontece que quando a prática for ministrada num estabelecimento de ensino de Yôga, deve haver disciplina, há horários a cumprir. E, além disso, precisamos levar em conta os colegas de turma que podem ficar mal impressionados se um aluno não obedecer ao comando de retornar. Esta terceira fase é uma segurança a mais para que o praticante saia quando for chamado.

Reflexão sobre Mestre e discípulo

Maio 9th, 2012

Só educamos àqueles a quem amamos.
Quando uma liderança deixa de educar seu colaborador, isto significa que ela desistiu dele.
Toda repreensão tem em si uma atitude reeducadora.
Porém, cabe sempre ao Mestre a habilidade de aplicá-la com gentileza e cuidado, para evitar uma atitude defensiva do educando.
Sábio é o líder que faz  do educar um ato de poder.
E duas vezes mais sábio o discípulo que valoriza a orientação.

Yôganidrá – o relax consciente do Yôga Antigo. – Parte 3

Maio 3rd, 2012

(continuação da semana anterior)

Yôganidrá & reprogramação

A emocionalidade é um recurso característico dos mamíferos objetivando melhorar a capacidade de reação e escolhas aos estímulos externos, melhorando as chances de sobrevivências dos indivíduos das varias espécies.

Como tudo na Natureza, este expediente comportamental embute um ônus: predispõe os mamíferos ao condicionamento, outra ferramenta evolutiva. Esta inclina os seres vivos à automatização de procedimentos que o cérebro e principalmente, a emocionalidade, considerem prazerosos ou vantajosos. Uma vez incorporados, tornam-se hábitos e serão executados automaticamente, como, por exemplo, dirigir um carro.

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