Blog do Jojó

Um espaço para compartilhar com amigos, alunos e curiosos sobre filosofia, vida, trabalho, amor, esporte e Yôga.

O CORPO E O TEMPO – 5a parte – A gestão do tempo

Maio 25th, 2011

(Conclusão da semana anterior)

Aprendendo a escolher

Uma reflexão importante é que o tempo, em si, não pode ser controlado. O que poderá se desenvolver é a habilidade de priorizar apenas aqueles eventos (uma pouca quantidade, na verdade) sobre os quais pode aplicar sua influência.

Viver é escolher. Sendo assim, temos que aplicar uma escala de valores¸ de valências para nossas tarefas, sejam elas lazer, trabalho ou descanso, para sabermos o que vamos realizar em primeiro lugar.

Portanto, a pergunta que devemos fazer, não é “o que vou fazer?”, mas sim “o que vou realizar primeiro?”.

DeRose: um trishúla vivo

Maio 18th, 2011

DeRose PXB 6

DeRose é a encarnação de um trishúla. Como seu discípulo há mais de trinta anos pude sentir na pele, enumeras vezes, a sua capacidade de motivar as pessoas a se superarem.
Tem entre tantas habilidades incomuns, uma capacitação surreal para identificar o erro. Quando se tem o privilégio de estar perto dele, observamos que, por onde passa, sinaliza a falha e sugere a melhoria, em um movimento contínuo pelo melhoramento, superação.
Sua abençoada insistência pelo qualidade máxima, resultou em um pull de produtos oferecidos pela Nossa Cultura que impressionam os que não estão acostumados: os nossos livros, por exemplo, além de uma diagramação e textos impecáveis, diferenciam-se pelo essência fixadora Carezza colocado na tinta de impressão, deixando-os suavemente perfumado. A nossa medalha com o ÔM, as capas dos nossos CDs, as embalagens do incenso Kali-Danda e do próprio Carezza são alguns outros modelos de cuidado com a qualidade extrema.
Como instrumento evolutivo é muito forte, desafiador e transformador para aqueles que, como educandos, se submeter a lâmina afiado do Educador e Mestre.
Conviver com DeRose nestes anos todos, me demonstrou o por quê que tantos praticantes de Yôga, todos ocidentais, escolhem Mestres de Yôga já falecidos. É que não suportariam a provação de receber as inevitáveis admoestações de um Mestre vivo. E são estes sádhakas, tradicionalmente, os que falam sobre a tal “dissipação do ego”. Ego este que não têm a maturidade para metabolizar as  repreensões e vislumbrar o amor por detrás destas.
Afinal de contas, só muito afeto e senso de missão faria uma pessoa agüentar reeducar pacientemente, e às vezes, sem paciência, tantos discípulos por mais de 50 anos!
E como aprendizes, temos que estar agradecidos por cada indicativo de aprimoramento. Este é o mais poderoso instrumento evolutivo de um discípulo. É o maior de todos as modalidades de prática. E precisamos estar alertas, pois como nunca paramos de nos aperfeiçoar e aprender, devemos nos preocupar quando, por algum motivo, o Mestre cessa de nos repreender. Provavelmente, desistiu de nós. Este é um momento terrível.
Para aqueles que não conhecem o Educador DeRose, é importante frisar que sempre primou pelo cuidado e cortesia na relação Mestre e discípulo. Este casamento, em verdade, é soberanamente lembrado, por todos nós, seus supervisionados, muito mais pelos momentos de cumplicidade, companheirismos e boas risadas, do que pelas correções de hábitos e valores.
Além, disso, cada vez que temos a regalia de desfrutar de seus cursos, que hoje ministra por toda a América Latina e Europa, aprendemos tanto, recebemos tanto conhecimento que, inevitavelmente, reafirma-se no coração de cada acólito, a bênção de desfrutarmos da presença viva de um autêntico Mestre de Yôga.

Para quem não sabe, trishúla alude a uma arma de guerra na forma de tridente,  utilizada na  Índia há milênios. Também refere a Shiva, o criador do Yôga, no seu  aspecto destruidor de  avidya, a ignorância da totalidade da nossa natureza.

DeRose é a encarnação de um trishúla. Como seu discípulo há mais de trinta anos pude  sentir  na pele, enúmeras vezes, a sua capacidade de motivar as pessoas a se superarem.

Tem entre tantas habilidades incomuns, uma capacitação surreal para identificar o erro.  Quando se tem o privilégio de estar perto dele, observamos que, por onde passa, sinaliza a falha e sugere a melhoria, em um movimento contínuo pelo melhoramento, superação.

Sua abençoada insistência pela qualidade máxima, resultou em um pull de produtos oferecidos pela Nossa Cultura que impressionam os que não estão acostumados: os nossos livros, por exemplo, além de uma diagramação e textos impecáveis, diferenciam-se pelo essência fixadora Kámala colocado na tinta de impressão, deixando-os suavemente perfumados. A nossa medalha com o ÔM, as capas dos nossos CDs, as embalagens do incenso Kali-Danda e do próprio Kámala são alguns outros modelos de cuidado com a qualidade extrema.

Como instrumento evolutivo é muito forte, desafiador e transformador para aqueles que, como educandos, se submeter a lâmina afiada do Educador e Mestre.

Conviver com DeRose nestes anos todos, me demonstrou o porquê que tantos praticantes de Yôga, todos ocidentais, escolherem Mestres de Yôga já falecidos. É que não suportariam a provação de receber as inevitáveis admoestações de um Mestre vivo. E são estes sádhakas, tradicionalmente, os que falam sobre a tal “dissipação do ego”. Ego este que não têm a maturidade para metabolizar as  repreensões e vislumbrar o amor por detrás destas.

Afinal de contas, só muito afeto e senso de missão faria uma pessoa aguentar reeducar pacientemente, e às vezes, sem paciência, tantos discípulos por mais de 50 anos!

E como aprendizes, temos que estar agradecidos por cada indicativo de aprimoramento. Este é o mais poderoso instrumento evolutivo de um discípulo. É o maior de todas as modalidades de prática. E precisamos estar alertas, pois como nunca paramos de nos aperfeiçoar e aprender, devemos nos preocupar quando, por algum motivo, o Mestre cessa de nos repreender. Provavelmente, desistiu de nós. Este é um momento terrível.

Para aqueles que não conhecem o Educador DeRose, é importante frisar que sempre primou pelo cuidado e cortesia na relação Mestre e discípulo. Este casamento, em verdade, é soberanamente lembrado, por todos nós, seus supervisionados, muito mais pelos momentos de cumplicidade, companherismo e boas risadas, do que pelas correções de hábitos e valores.

Além, disso, cada vez que temos a regalia de desfrutar de seus cursos, que hoje ministra por toda a América Latina e Europa, aprendemos tanto, recebemos tanto conhecimento que, inevitavelmente, reafirma-se no coração de cada acólito, a bênção de desfrutarmos da presença viva de um autêntico Mestre.

O CORPO E O TEMPO – 3a parte – Como desejo viver?

Maio 4th, 2011

(Continuação da semana passada)

Priorizar

Devemos sempre levar em conta dois vetores de força na hora de estudar o tempo. O primeiro é composto pelo número de segundos, minutos, horas e dias que preenchem uma vida, e o segundo vetor é constituído pelas escolhas que fazemos para agregarmos a maior qualidade e valor possível ao primeiro vetorial.

- Como quero viver? – pergunta-mos nós. Como quero desfrutar deste hiato, deste milionésimo de tempo dentro da eternidade que consiste a minha vida?

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