Blog do Jojó

Um espaço para compartilhar com amigos, alunos e curiosos sobre filosofia, vida, trabalho, amor, esporte e Yôga.

O CORPO E O TEMPO – 2a parte – Uma percepção expandida do tempo

Abril 27th, 2011

(Continuação da semana anterior)

“O tempo é relativo e não pode ser medido exatamente
do mesmo modo e por toda a parte”
Albert Einstein

Com o cérebro, este espantoso diferencial competitivo, o animal humano desenvolveu recursos de energia, talentos e habilidades sem comparações. É o único com poder para modificar a si mesmo e o mundo ao seu redor, planejando e executando, por exemplo, projetos em prol de sua própria espécie e da preservação da natureza.

O CORPO E O TEMPO – 1a parte – Um cérebro mais do que competitivo

Abril 20th, 2011

Quando conscientizamos
para o valor de cada escolha dentro do tempo,
acorda em nós a disciplina.

Uma história

Um professor entrou em sala, sem dizer uma só palavra, pegou um pote de vidro grande e vazio e começou a enchê-lo com bolas de golfe. Em seguida, perguntou aos seus alunos se o frasco estava cheio e, imediatamente, estes disseram que sim.

O educador então, pegou uma caixa cheia de bolas de vidro coloridas e a esvaziou dentro do pote. As bolinhas encheram todos os espaços vazios entre as bolas de golfe. O docente voltou a perguntar se o frasco estava cheio e ouviu dos alunos que sim.

O poder das escolhas – 3a parte: As três ações transformadoras

Abril 13th, 2011

( conclusão do post anterior)

Adotar uma prática disciplinada de Yôga

Como praticante e professor do SwáSthya, o Yôga Antigo, há trinta e cinco anos, posso falar com a autoridade da experiência acumulada sobre a potência da prática deste Yôga.

Entre as mais de mil modalidades de Yôga, adotei o SwáSthya por ser aquele que mais preenchia minhas expectativas: técnico, ancestral, sensorial, e por me oferecer a oportunidade de aprender com um Mestre de Yôga vivo.

Ao praticar Yôga, estamos acordando energias instintivas que estavam reprimidas e simultaneamente, metabolizando, elaborando, potencilizndo e canalizando o instinto para a saúde, trabalho e autoconhecimento.

A prática faz detonar uma implosão de vitalidade e autoconhecimento, funcionando como uma base sobre a qual cultiva-se as demais atitudes para desenvolver valor.

O poder das escolhas – 2a parte: O Homo mediocris

Abril 6th, 2011

(Continuação da semana anterior)

O Homo mediocris

A palavra médio significa cujo nível é o da média geral (nem muito, nem pouco; nem grande, nem pequeno; nem longo, nem curto; nem largo, nem estreito); mediano, normal, comum, razoável.

Ao ler esta definição sentimos conforto e segurança, mas também despersonalização. É isso que ocorre no percurso da educação do Homo sapies, transformando-o num Homo mediocris.

É o preço que a Humanidade paga pela inabilidade da espécie em transformar instinto em adaptação ao meio cultural. Este ajuste ao ambiente social, proporcionado pela educação formal, terminou por ensinar um mínimo, e não o máximo de ferramentas que permitisse ao indivíduo conformar-se para sobreviver com mais felicidade, coragem, criatividade e inventividade ao meio ambiente em que nasceu.

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