Blog do Jojó

Um espaço para compartilhar com amigos, alunos e curiosos sobre filosofia, vida, trabalho, amor, esporte e Yôga.

O Poder das Escolhas – parte 1 – Nossos medos mais profundos

Março 30th, 2011

As crenças manipulam as nossas escolhas
e acabam por modelar o nosso destino.

A necessidade de se criar divindades

Quando comparamos a evolução do macaco humano com as de outros mamíferos, ficamos boquiabertos com a sua capacidade adaptativa, seja nas mudanças anatômicas quanto comportamentais que fez para atingir o topo da cadeia alimentar.

O homem-macaco desceu da segurança das árvores para a vida ameaçadora das planícies, estendeu a coluna, ampliou o cérebro, desenvolveu ferramentas, tornou-se caçador e construiu a cultura.

A Revolução Silenciosa – parte 3 – O Yôga e o Mestre D´Armas

Março 23rd, 2011

(Continuação da semana anterior)

Um trabalho sério

DeRose, o codificador do Yôga Antigo, atingiu o samádhi nos anos sessentas. Uma vez alcançada a meta, faltava terminar de sistematiza-lo, conforme relata no seu livro Quando é preciso ser forte (Ed. Nobel). Esta codificação levou quarenta anos para se completar, e ao final o que se viu foi o resgate da forma mais autêntica, potente, bela e ancestral de praticar esta filosofia milenar: o Método DeRose.

Nestes quarenta anos o seu codificador escreveu mais de vinte livros sobre assuntos sempre relacionados ao Proto-Yôga, formou cerca de cinco mil instrutores, introduziu cursos de formação de instrutores de Yôga nas mais importantes universidades brasileiras, sul americanas e européias, fundou uma dezena de federações estaduais e centenas de escolas de Yôga por todo o mundo.

A Revolução Silenciosa – parte 2 – O Yôga e a bicicleta

Março 16th, 2011

(Continuação da semana  anterior)

A kundaliní

Há milênios, todos aqueles que desfrutaram da hiperconsciência confirmam que ela é sempre fisiologicamente acompanhada da eclosão de um fenômeno neurológico que os yôgis denominam de kundaliní: uma energia física e de natureza que uma vez ativada, desloca-se progressivamente por dentro da medula espinhal, da base até o cérebro.

Por isso, a forma mais rápida de produzir o samádhi é promover este deslocamento nervoso. Todas as técnicas do Yôga, em coeficientes mais ou menos potentes, foram criadas exclusivamente para este fim. Como kundaliní exige uma constituição psicofísica compatível com a sua potência, as técnicas do Método DeRose promovem uma autêntica revolução vitalizadora no corpo e mente do praticante.

É esta conflagração orgânica, uma possante conseqüência da prática, que o praticante se utilizará com o intuito de despertar e otimizar uma série de novas habilidades competitivas, intelectuais e mecânicas, na busca pela meta: o samádhi.

A Revolução Silenciosa – parte 1 – O Yôga e o caboclo

Março 2nd, 2011

Os únicos limites estão dentro do ser humanos.
Nada ou ninguém nos impossibilita de conquistarmos o que quer que desejemos

A realidade do Yôga no mundo

Milhões de pessoas praticam Yôga em todo o mundo. Nos Estados Unidos, estima-se em 10 milhões de praticantes. O Brasil não fica atrás: são cinco milhões e mais de 40 métodos diferentes desta filosofia prática de vida.

Dentro desta torre de babel está o SwáSthya, codificado pelo Mestre DeRose na década dos sessentas e com aproximadamente 50 mil praticantes, tornando-o a modalidade com a maior concentração de adeptos no País.

Esse texto tem como objetivo esclarecer ao Leitor, numa linguagem clara e acessível, as dúvidas genéricas sobre este ensinamento, específicas sobre o Método e sobre as vantagens competitivas que implicam o hábito da prática diária dessa filosofia no mundo moderno.

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