Blog do Jojó

Um espaço para compartilhar com amigos, alunos e curiosos sobre filosofia, vida, trabalho, amor, esporte e Yôga.

O ócio contemplativo – 2a parte: a armadilha do fazer

Fevereiro 15th, 2011

(Continuação do post anterior)

Estamos focados numa única direção: a exterioridade

Aquilo que chamamos comumente de eu, é apenas um conjunto de crenças que possibilita-nos garantir nossa sobrevivência como indivíduo da espécie humana e facilitar a aceitação no nosso grupo social.

Não há nada de mal nisso. Os chimpanzés, os leões e os golfinhos comportam-se da mesma forma. Por isso, tanto eles como nós desenvolvemos um sentimento chamado medo. Entre muitas funções, ele nos mantém permanentemente alertas para evitar qualquer ameaça à nossa integridade física ou aos nossos vínculos de interesse.

O Ócio Contemplativo – parte 1 – A história do vigia

Fevereiro 10th, 2011

O corpo desfruta do prazer.

A mente deleita-se do conhecimento

As emoções fruem da alegria

Mas só o ócio contemplativo mergulha no silêncio

Duzentos mil anos de evolução colocaram a espécie humana, o Homo sapiens, no topo da cadeia alimentar. Não temos mais predadores naturais, a não ser o próprio homem.

Neste período, saímos das cavernas para construir um mundo paralelo à natureza, reconstruindo a nossa própria, rivalizando-nos com a Criação.

Como parte do enorme ônus que o bônus da civilização nos trouxe, está a compulsão pelo fazer, como reflexo da incapacidade de jamais conseguir não pensar.

Este texto traz uma luz a respeito do que se tem descoberto, desvelado, sobre o cultivo e a reeducação do ócio contemplativo, a arte do não-fazer, proporcionando ao leitor uma nova percepção sobre o significado da palavra interioridade. Cultivando-a, surgirá um espaço para esta sensação tão ambicionada e tão pouco experimentada: o silêncio interior e suas conseqüências competitivas tão exaltadas como a intuição.

A Nova Humanidade – 5a parte: relacionamento e sexualidade

Fevereiro 3rd, 2011

Relacionamento

Desde que se começou a medir e avaliar a influência do stress sobre a produtividade e qualidade de vida, identificou-se que a maior fonte de desajuste do indivíduo ao meio é o ambiente relacional familiar.

Portanto, o cultivo das aptidões relacionais é uma das das maiores ferramentas na busca da felicidade existencial. Quanto mais fecunda e abarcante for a visão sobre o assunto, permitindo substituir  paradigmas afetivos, mais energia, estabilidade emocional e segurança se terá na tomada de decisões, elemento fundamental  para a construção de um existência com qualidade.

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