Blog do Jojó

Um espaço para compartilhar com amigos, alunos e curiosos sobre filosofia, vida, trabalho, amor, esporte e Yôga.

UMA VISITA DAS ARÁBIAS

Novembro 29th, 2010

Ha alguns anos atrás, estava trabalhando no meu escritório, no segundo piso de nossa Unidade Av. Rio Branco, quando adentra a sala a Instrutora Lisandra Zapelini, a Lika.

- Jojó, por favor, desça para atender um maluco. Não estamos conseguindo controlá-lo – suplicou, com uma expressão assustada no rosto.

Imediatamente desci e me defrontei, na área de atendimento aos interessados, com um homem confortavelmente sentado à mesa da recepção, bem vestido, com um meio sorriso na face, aparentando uns quarenta anos.

A FORÇA DA MENTALIZAÇÃO – Parte II

Novembro 27th, 2010

A força do desejo

Como o desejo nada mais é do que mentalização aleatória, influencia nos acontecimentos da nossa vida. Existe uma frase que diz: cuidado com o que desejas porque acabará acontecendo.

Para ilustrar a força das mentalizações, relembremos o tradicional experimento com os feijões. Colocam-se em dois pires, algodão umedecido com uma semente de feijão em cada um. Molhando-os diariamente, sobre apenas um deles, aplicamos uma série de palavras encorajadoras, positivas e motivadoras, deixando o outro feijão crescer naturalmente. Em mais de 75% das experiências, o feijão estimulado desenvolve-se aceleradamente, de maneira exuberante, comparativamente ao outro.

Outro teste curioso é utilizar os mesmos dois pires com algodão e os feijões, porém, saturando diariamente um deles de impropérios e palavras desmotivadoras. Este se atrofiará, retardando seu crescimento num percentual semelhante ao da primeira avaliação.

A FORÇA DA MENTALIZAÇÃO – Parte I

Novembro 22nd, 2010

Uma revolução tecnológica

Estamos vivendo um momento muito curioso e instigante das ciências, onde várias áreas do conhecimento, nem sempre coincidentes, tais como biologia, anatomia, fisiologia, neurologia, física, biofísica, bioquímica, antropologia, história, zoologia e psicologia, entre outras disciplinas, estão reunidas para desvendar o último continente biológico, ainda desconhecido do ser humano: o seu cérebro. Impenetrável, o conhecimento do seu arcabouço provocou, durante milênios, conjecturas e suposições dos mais variados tipos, tais como Aristóteles, filósofo grego que imaginava ser a memória parte física do cérebro, onde as lembranças ficariam estampadas na textura cerebral. Séculos depois, Joseph Gall, cientista alemão desenvolveu a frenologia, que partia do presuposto de que as saliências cranianas determinariam a personalidade

Nos dez últimos anos, a ciência, graças aos avanços extraordinários da tecnologia de investigação médica, avançou mais no conhecimento do funcionamento da mente humana, do que nos últimos cento e noventa mil anos.

Estamos mapeando o território emocional, mental, intuitivo, instintivo e descobrindo coisas fantásticas.

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