Uma revolução tecnológica
Estamos vivendo um momento muito curioso e instigante das ciências, onde várias áreas do conhecimento, nem sempre coincidentes, tais como biologia, anatomia, fisiologia, neurologia, física, biofísica, bioquímica, antropologia, história, zoologia e psicologia, entre outras disciplinas, estão reunidas para desvendar o último continente biológico, ainda desconhecido do ser humano: o seu cérebro. Impenetrável, o conhecimento do seu arcabouço provocou, durante milênios, conjecturas e suposições dos mais variados tipos, tais como Aristóteles, filósofo grego que imaginava ser a memória parte física do cérebro, onde as lembranças ficariam estampadas na textura cerebral. Séculos depois, Joseph Gall, cientista alemão desenvolveu a frenologia, que partia do presuposto de que as saliências cranianas determinariam a personalidade
Nos dez últimos anos, a ciência, graças aos avanços extraordinários da tecnologia de investigação médica, avançou mais no conhecimento do funcionamento da mente humana, do que nos últimos cento e noventa mil anos.
Estamos mapeando o território emocional, mental, intuitivo, instintivo e descobrindo coisas fantásticas.